domingo, 4 de dezembro de 2011

VASCO SEGUE SUA TRAJETÓRIA E GANHA MAIS UM VICE

VICE DE NOVO


Ainda não entrou aí o vice de 2011, mas o detalhe da caravela vascaina afundando na base do desenho ficou muito legal, por isso resolvi colocar. A nossa superioridade é marcante, campeão invicto e agora enquadramos todos os times do Rio que ficam assim num patamar abaixo do MENGÃO. Essa outra torcida, aquela misturada que todo mundo veste a camisa um do outro pra torcer contra o MENGÃO, tem que fazer reverência agora quando passar perto de  um rubro-negro. São 32 títulos estaduais, MENGÃO absoluto no Rio.

domingo, 27 de novembro de 2011

ASSASSINADO NO AÇU

Por volta dás 19h30 do último sábado (27), Alceir Luiz da Silva, 30 anos, foi assassinado em frente a sua residência, na localidade do Açu, em São João da Barra.
Segundo a Polícia, ao todo foram disparados 9 tiros contra Alceir, sendo que sete atingiram a cabeça. A esposa de Alceir, Ivânia Barreto, 25 anos, teria escutado os disparos e correu, assustada, para o portão e, ainda, conseguiu ver dois homens em uma moto.
Ivânia diz não conhecer os homens que alvejaram Alceir. Ela acrescentou, ainda, que estava em casao com os quatro filhos e que após avistar os homens na moto, se trancou com as crianças no banheiro da residência.

FONTE: OZK

terça-feira, 8 de novembro de 2011

MANIFESTO DO RIO

Thumb_manifesto
Um dos pilares da democracia é o respeito à Justiça. É ela quem promove a convivência pacífica entre os cidadãos, assegura direitos e deveres e mantém o equilíbrio entre as instâncias de poder. Sem a Justiça, tudo isso desaparece. O debate a respeito dos royalties pela exploração de petróleo, um direito assegurado pela Constituição brasileira aos estados produtores, não é uma mera disputa econômica entre entes da federação. É uma batalha por Justiça. Quem viveu décadas sob o jugo do arbítrio sabe que essa é a mais digna das lutas.
É por esta razão que o Rio de Janeiro está nas ruas. Quando um direito assegurado pela Justiça é violado, não são apenas os fluminenses que se encontram ameaçados. Amanhã, outros estados poderão se ver na mesma situação.
O direito aos royalties nunca foi um ato de generosidade para com os estados produtores. Significa um reconhecimento, pela Justiça, dos impactos_­ econômicos, ambientais e sociais - que a exploração petrolífera pode representar. Mas agora, por conta de uma mistura de cobiça e ambição política, tudo isso é desprezado. Sem levar em conta não só a violação aos direitos adquiridos, mas as consequências práticas da atitude extrema de privar os estados produtores destes recursos.
No caso do Rio de Janeiro, isso significará, apenas no ano que vem, a saída de quase 3,2 bilhões de reais da economia fluminense. Dinheiro que representa o pagamento de aposentados e pensionistas, investimentos em projetos sociais e obras de infraestrutura e saneamento, a manutenção de gastos em áreas essenciais como saúde, educação e segurança pública.
Em todos os momentos, quando a Justiça no Brasil esteve sob ameaça, o Rio de Janeiro se fez presente. Foi às ruas clamar pela volta das garantias democráticas, pelo direito ao voto, por um país livre. Assim foi no passado. Assim será, sempre.